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	<title>Blog Bruna Caram</title>
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		<title>Ausência</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 19:09:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Trago suas notícias velhas como tontas notas de uma caixinha de música Ou moedas antigas de países estranhos. Trago nossos sonhos vagos e assopro o vapor das saudades estúpidas. Tantas saudades e dúvidas Trago sua vida se despedaçando no topo das minhas vontades, Das prioridades Trago a tristeza e na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trago suas notícias velhas como tontas notas de uma caixinha de música<br />
Ou moedas antigas de países estranhos.<br />
Trago nossos sonhos vagos e assopro o vapor das saudades estúpidas.<br />
Tantas saudades e dúvidas</p>
<p>Trago sua vida se despedaçando no topo das minhas vontades,<br />
Das prioridades<br />
Trago a tristeza e na volta suspiro o terror de viver sem bandeira.<br />
Solteira</p>
<p>Trago ar nenhum pra poder povoar<br />
Respirar<br />
Voar.<br />
Me apago<br />
E um vazio gigante quer me espremer a última gota de alegria.<br />
Tento me distrair, ou distrai-lo.</p>
<p>Me trago vazia.<br />
Mas viva.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vitrola</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 23:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasci sonhando ser trilha sonora Gritei que ia abrir todas as portas Aflita e afinada vim ao mundo Querendo abrir a boca e engolir tudo   Amar a melodia é de família Filha-da-música, dispus do meu brinquedo Cresci buscando as notas que escapavam Pra misturar no canto o meu segredo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Nasci sonhando ser trilha sonora<br />
Gritei que ia abrir todas as portas<br />
Aflita e afinada vim ao mundo<br />
Querendo abrir a boca e engolir tudo<br />
 <br />
Amar a melodia é de família<br />
Filha-da-música, dispus do meu brinquedo<br />
Cresci buscando as notas que escapavam<br />
Pra misturar no canto o meu segredo<br />
 <br />
Vivi e sigo, devorando cada nova nota<br />
Ouço reproduzir a vida inteira na vitrola<br />
Só hoje eu vejo que a canção é um mapa<br />
A cada som conduz, e a cada sílaba consola<br />
 <br />
Cantar é bom, faz bem e não é nunca desperdício<br />
Eu berro, encaro o medo <br />
e ninguém tem nada com isso<br />
Eu choro, e na garganta sinto florir meu ofício<br />
Cresci veloz<br />
E a voz <br />
Cresceu comigo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Que a vingança venha doce e desapercebida</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 19:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cantar ser aquilo em que venço É o que salva. E então me convenço Da coragem que eu nunca teria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cantar ser aquilo em que venço<br />
É o que salva. E então me convenço<br />
Da coragem que eu nunca teria.</p>
<p><a href="http://www.brunacaram.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/branco-white-bloco.png"><img src="http://www.brunacaram.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/branco-white-bloco.png" alt="" title="branco white bloco" width="450" height="301" class="alignnone size-full wp-image-2023" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>31.</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 17:02:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[De manhã uma só tara Uma só cara A de um dia mais descontraído Lindo Perfumado Sem rancor nem pressa Só um quê de promessa Um dia tão feroz e fresco Que mesmo que se despeça Vai deixar seu peso de esperança e pluma. Hoje, dor nenhuma. De manhã um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De manhã uma só tara<br />
Uma só cara<br />
A de um dia mais descontraído<br />
Lindo<br />
Perfumado<br />
Sem rancor nem pressa<br />
Só um quê de promessa<br />
Um dia tão feroz e fresco<br />
Que mesmo que se despeça<br />
Vai deixar seu peso de esperança e pluma.</p>
<p>Hoje, dor nenhuma.<br />
De manhã um só amanhã<br />
Feito de espuma.<br />
Sal por dentro<br />
Vento<br />
E um cheiro de estréia:<br />
Um ar saboroso de pureza e idéia:<br />
A certeza de que pode ser<br />
ou tem que ser<br />
Que há de ser melhor, de qualquer jeito.</p>
<p>O dia sabe<br />
E nasce limpo, denso, devagar, perfeito.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aqui por dentro</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 20:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui por dentro um adereço cinza Carnaval inverso Qualquer-coisa ainda Sem começo Sem ver fim Aqui dentro Um não que quer que quer que quer ser sim Um não imenso, um triz, um cisco Uma insistência de criança. Minha santa Paciência: Um rabisco de lembrança na sua letra. E a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui por dentro um adereço cinza<br />
Carnaval inverso<br />
Qualquer-coisa ainda<br />
Sem começo<br />
Sem ver fim</p>
<p>Aqui dentro<br />
Um não que quer que quer que quer ser sim<br />
Um não imenso, um triz, um cisco<br />
Uma insistência de criança.<br />
Minha<br />
santa<br />
Paciência:<br />
Um rabisco de lembrança<br />
na sua letra.<br />
E a desistência.</p>
<p>Aqui por dentro<br />
Meu querer disperso;<br />
Um mínimo, um pequeno mimo:<br />
o seu respirar.<br />
Na minha inspiração<br />
Seu ar<br />
E um sufoco doce<br />
Pra aliviar.</p>
<p>Aqui por dentro<br />
Ainda, linda,<br />
sua figura.</p>
<p>Aqui por dentro,<br />
quase-que-bem-vinda,<br />
sua figura.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Opereta</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 03:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cantar cantar cantar Como se fosse uma opereta feminina Um festival real de música latina Ou escarcéu, sarau, o que der na veneta Cantar Cantar E que ninguém se meta! Contornar e ver abrirem-se as cortinas Para o vulto ágil, mágico: a platéia brilhantina Cantar só Desafogar a adrenalina Voar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cantar cantar cantar<br />
Como se fosse uma opereta feminina<br />
Um festival real de música latina<br />
Ou escarcéu, sarau, o que der na veneta</p>
<p>Cantar<br />
Cantar<br />
E que ninguém se meta!<br />
Contornar e ver abrirem-se as cortinas<br />
Para o vulto ágil, mágico:<br />
a platéia brilhantina </p>
<p>Cantar só<br />
Desafogar a adrenalina<br />
Voar feito borboleta<br />
Vasculhar, verter,<br />
Me devorar<br />
Em cada toxina<br />
E careta.</p>
<p>Remediar o som<br />
Rodopiar<br />
Amar saltando feito bailarina<br />
de gaveta</p>
<p>Êta! Tanta voz me aperta!</p>
<p>Só quem canta sabe na garganta<br />
A lágrima que dá cantar de porta aberta.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>#Cantorices tomando baile!</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 04:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Não pude deixar de vir reforçar este #Cantorices n.16! É um dos meus favoritos! Fiquem de olho que logo esta temporada deliciosa acaba!!! Beijo! &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não pude deixar de vir reforçar este #Cantorices n.16! É um dos meus favoritos! Fiquem de olho que logo esta temporada deliciosa acaba!!! Beijo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/sbhiGLglZ44" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Esfregar o Amor</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 03:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Esfregar o novo amor Na cara Na cara de cada cara que ainda queria ser O que este é Desfilar o amor Nas fuças dos presentes Pobres pretendentes Que vieram a pé Exibir o amor Às vistas, às visitas, Nas vitrines invisíveis Entre os que eram impossíveis E tornaram-se incontáveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esfregar o novo amor<br />
Na cara<br />
Na cara de cada cara<br />
que ainda queria ser<br />
O que este é</p>
<p>Desfilar o amor<br />
Nas fuças dos presentes<br />
Pobres pretendentes<br />
Que vieram a pé</p>
<p>Exibir o amor<br />
Às vistas, às visitas,<br />
Nas vitrines invisíveis<br />
Entre os que eram impossíveis<br />
E tornaram-se incontáveis</p>
<p>Explorar o amor!<br />
Pois só quem sabe o que é dispor aprende o que é expor,<br />
Dizer:<br />
Ah, este aqui já não pode mais ser&#8230;<br />
Quem viu, perdeu!<br />
Este<br />
É amor meu.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>#Cantorices de volta!!!</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 21:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Reestréia do meu projeto-xodó! Toda terça lançaremos vídeo novo às 17h30!!! #Cantorices]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reestréia do meu projeto-xodó! Toda terça lançaremos vídeo novo às 17h30!!!</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GeMAcavtJPw">#Cantorices</a></p>
<p><iframe width="560" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/GeMAcavtJPw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poema terminado porque não havia mais nada a ser dito</title>
		<link>http://www.brunacaram.com.br/blog/?p=1921</link>
		<comments>http://www.brunacaram.com.br/blog/?p=1921#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 13:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Caram</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda ouço as nossas canções Uma a uma E isso me dói Não é saudade Verdade! Não é maldade minha Mas as músicas são tão mais bonitas que as nossas histórias As músicas são, sempre, tão muito mais lindas que as minhas memórias. Engraçado que o tempo revire os detalhes-fraquezas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda ouço as nossas canções<br />
Uma a uma<br />
E isso me dói<br />
Não é saudade<br />
Verdade!<br />
Não é maldade minha<br />
Mas as músicas são tão mais bonitas que as nossas histórias<br />
As músicas são, sempre, tão muito mais lindas que as minhas memórias.</p>
<p>Engraçado que o tempo revire os detalhes-fraquezas em grandezas fortes:<br />
Perdi seus sentidos, seus traços, seu tempo<br />
E as canções só ganharam cada vez mais acordes.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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